12/07/2017
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César Menotti e Fabiano divulgam vídeo da canção A ÚLTIMA CERVEJA
Fonte da Notícia:
Sua Música




Os irmãos César Menotti & Fabiano seguem com a divulgação dos vídeos de seu mais novo DVD Memórias II. Nesta terça-feira (11) foi a vez dos sertanejos apresentarem ao público A Última Cerveja, que conta com a participação especial de Maiara & Maraisa.
Além desta, mais duas canções também foram divulgadas no canal oficial da dupla no Youtube. São elas: Fogão de Lenha e Noite.
O DVD Memórias II de César Menotti & Fabiano foi gravado nos últimos dias 29 e 30 de novembro, no Villa Country, em São Paulo. O novo trabalho traz em seu repertório canções que os irmãos sempre gostaram de ouvir, e que influenciaram a dupla durante a carreira musical.
Além de Maiara & Maraisa, o projeto contou com as participações especiais de Roberta Miranda, Bruno & Marrone, Luan Santana, Zezé di Camargo & Luciano, Zé Neto & Cristiano, Rionegro & Solimões, Fernando & Sorocaba e Milionário & Marciano.

LETRA 

amiga, estou vivendo no sufoco
já estou ficando louco
outra vez briguei com ela
amiga, vou abrir meu coração
quero a sua opinião
estou sofrendo por ela

amigo, eu também to indo mal
o que passa afinal eu também estou passando
amigo, o que adianta eu dar conselho 
se quando eu olho no espelho 
meus olhos estão chorando

minha amiga, sente aqui na minha mesa
vamos brindar com cerveja e afogar a solidão
eu sei que a bebida não é remédio 
mas ameniza o tédio que causou esta paixão
no outro dia eu amanheço de ressaca 
chuto o pau da barraca
não quero mais saber dele
amigo voce pode ter certeza 
é a última cerveja 
que eu bebo por causa dele




Fonte: Sua Música 

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18/01/2018
Motorista de Cristiano Araújo é condenado pelas mortes do cantor e da namorada, em Goiás
Decisão determina que ele cumpra 2 anos de detenção em regime aberto por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Casal morreu em acidente de carro em 2015.

O motorista Ronaldo Miranda foi condenado pelas mortes do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, em um acidente de carro em 2015, na BR-153, em Morrinhos, no sul goiano. Segundo a sentença, ele deve cumprir 2 anos e 7 meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A decisão cabe recurso.

Miranda informou, por telefone à TV Anhanguera, que ainda não foi informado sobre a medida. O G1 tenta contato com o advogado do motorista, Ricardo Oliveira, mas as ligações não foram atendidas.

A decisão da juíza Patrícia Machado Carrijo foi tomada em 11 de janeiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (18). A magistrada substituiu a pena privativa de liberdade pela prestação de serviços à comunidade e pela prestação pecuniária de 10 salários mínimos para uma entidade social que ainda será definida.

Além disso, a juíza determinou que Miranda pague R$ 25 mil a título de reparação dos danos causados aos sucessores de cada uma das vítimas. O motorista ainda teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por dois anos.

O casal morreu em um acidente na madrugada do dia 24 de junho de 2015, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além dos namorados, que seguiam no banco traseiro sem cinto de segurança, também estavam no veículo o motorista e o empresário Victor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.

Negligente, imperito e imprudente
O delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação do caso, disse, na época, que o motorista foi negligente e imprudente, por, respectivamente, transitar com as rodas com danos e por dirigir em excesso de velocidade. Por isso, o indiciou por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor. Em seguida, o Ministério Público de Goiás denunciou Miranda pelos mesmos crimes.

Na decisão, a magistrada da Comarca de Morrinhos reforça que Miranda agiu com imprudência, negligência e imperícia. Para a juíza, ficou comprovada a autoria do crime por vários relatos, exames e laudos periciais.

Patrícia considera que o motorista foi negligente uma vez que tinha plena ciência sobre as condições precárias das rodas instaladas no veículo e do risco inerente da sua utilização no momento de sua condução.

A magistrada reforçou que todos os laudos atestaram excesso de velocidade. Um dos documentos, elaborado pela empresa Land Rover, fabricante do veículo, constatou que o automóvel trafegava a uma velocidade de 179 km/h cinco segundos antes do acidente. Assim, inexiste dúvidas de que estaria em velocidade superior ao da permitida para o trecho do acidente, qual seja 110 km/h, enfatizou a magistrada na decisão.

Durante audiência de instrução do processo, realizada em julho do ano passado, Miranda contestou a velocidade apontada pela Land Rover. Para ele, o veículo estava a 120 km/h, e não a 179 km/h. Na ocasião, o advogado do motorista explicou à equipe da TV Anhanguera que há três laudos sobre a velocidade do veículo e que cada um apontava um número diferente.

Um contesta o outro. São três laudos feitos por órgãos competentes e cada um apontando uma velocidade. Então a velocidade real não está determinada, não é conclusiva. A velocidade era de 179 km/h no [laudo] da Land Rover, 112 km/h na pericia da Triunfo Concebra [concessionária que administra a via], e 120 km/h na perícia da SSP [Secretaria de Segurança Pública], do Estado, alegou Oliveira, na época.

Sem cinto de segurança
Em relação à imperícia, a juíza ressaltou, na decisão, que ela ficou caracterizada pela ausência de qualificação ou treinamento adequado para exercer ou desempenhar a função de motorista.

Durante a audiência, Miranda disse que o casal viajava sem cinto de segurança. Ele afirmou à magistrada que o cantor não colocou o item porque gostava de vir deitado e que não insistiu para que usasse porque era seu patrão.

Se Cristiano e Allana estivessem utilizando o cinto de segurança poderiam, com 99% de chance, estarem vivos. Me sinto como vítima do acidente, pois foi uma fatalidade, disse Miranda à magistrada.

Apesar da alegação do motorista, a magistrada defende que o réu, na condição de condutor, também tinha responsabilidade sobre o uso de cinto de segurança por parte dos passageiros.
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