26/07/2017
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Lançamento QUEIXAS César Menotti e Fabiano
Fonte da Notícia:
Sua Música




A dupla César Menotti & Fabiano apresentou nesta terça-feira (25), por meio de seu canal oficial do Youtube, o vídeo da regravação da canção Queixas, que conta com a participação especial de Bruno & Marrone.
A música é um sucesso de Chitãozinho & Xororó, lançado em 1986, no álbum Coração Quebrado. Agora, a canção ganha uma nova versão, presente no DVD Memórias II, de César Menotti & Fabiano.
Mais recente projeto da dupla, o DVD resgata canções do mundo sertanejo que os irmãos sempre gostaram de ouvir desde a infância, e que serviram como referência ao decorrer da carreira. Além de Queixas, César Menotti & Fabiano também apresentaram nesta terça (25) mais duas faixas do DVD. São elas: Presença e Olha Amor.
A gravação do DVD Memórias II de César Menotti & Fabiano foi realizada nos últimos dias 29 e 30 de novembro, no Villa Country, em São Paulo-SP. Além de Bruno & Marrone, o registro contou com as participações de Roberta Miranda, Maiara & Maraisa, Luan Santana, Zezé di Camargo & Luciano, Zé Neto & Cristiano, Rionegro & Solimões, Fernando & Sorocaba e Milionário & Marciano.


LETRA: 

Diz que me odeia, que sou o culpado 
Que você é certa e eu sou errado 
Diz que sou um fraco, que não me deseja 
Diz que nada sente nem quando me beija 

Diz que não suporta nada do que faço 
Diga e se puder saia dos meus braços 
Quando estou perto quer que eu vá embora 
Quando estou saindo diz que me adora 

A gente se queixa, chora e reclama 
Lembra dos defeitos, diz que não se ama 
Mas no fim de tudo, somos tão carentes 
Somos um do outro muito dependentes 

A gente se nega, diz tanta besteira 
Mais no fim sabemos, é coisa passageira 
Nós erramos tanto e nos esquecemos 
Que o amor é tudo tudo que queremos


Fonte: Sua Música
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18/01/2018
Motorista de Cristiano Araújo é condenado pelas mortes do cantor e da namorada, em Goiás
Decisão determina que ele cumpra 2 anos de detenção em regime aberto por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Casal morreu em acidente de carro em 2015.

O motorista Ronaldo Miranda foi condenado pelas mortes do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, em um acidente de carro em 2015, na BR-153, em Morrinhos, no sul goiano. Segundo a sentença, ele deve cumprir 2 anos e 7 meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A decisão cabe recurso.

Miranda informou, por telefone à TV Anhanguera, que ainda não foi informado sobre a medida. O G1 tenta contato com o advogado do motorista, Ricardo Oliveira, mas as ligações não foram atendidas.

A decisão da juíza Patrícia Machado Carrijo foi tomada em 11 de janeiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (18). A magistrada substituiu a pena privativa de liberdade pela prestação de serviços à comunidade e pela prestação pecuniária de 10 salários mínimos para uma entidade social que ainda será definida.

Além disso, a juíza determinou que Miranda pague R$ 25 mil a título de reparação dos danos causados aos sucessores de cada uma das vítimas. O motorista ainda teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por dois anos.

O casal morreu em um acidente na madrugada do dia 24 de junho de 2015, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além dos namorados, que seguiam no banco traseiro sem cinto de segurança, também estavam no veículo o motorista e o empresário Victor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.

Negligente, imperito e imprudente
O delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação do caso, disse, na época, que o motorista foi negligente e imprudente, por, respectivamente, transitar com as rodas com danos e por dirigir em excesso de velocidade. Por isso, o indiciou por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor. Em seguida, o Ministério Público de Goiás denunciou Miranda pelos mesmos crimes.

Na decisão, a magistrada da Comarca de Morrinhos reforça que Miranda agiu com imprudência, negligência e imperícia. Para a juíza, ficou comprovada a autoria do crime por vários relatos, exames e laudos periciais.

Patrícia considera que o motorista foi negligente uma vez que tinha plena ciência sobre as condições precárias das rodas instaladas no veículo e do risco inerente da sua utilização no momento de sua condução.

A magistrada reforçou que todos os laudos atestaram excesso de velocidade. Um dos documentos, elaborado pela empresa Land Rover, fabricante do veículo, constatou que o automóvel trafegava a uma velocidade de 179 km/h cinco segundos antes do acidente. Assim, inexiste dúvidas de que estaria em velocidade superior ao da permitida para o trecho do acidente, qual seja 110 km/h, enfatizou a magistrada na decisão.

Durante audiência de instrução do processo, realizada em julho do ano passado, Miranda contestou a velocidade apontada pela Land Rover. Para ele, o veículo estava a 120 km/h, e não a 179 km/h. Na ocasião, o advogado do motorista explicou à equipe da TV Anhanguera que há três laudos sobre a velocidade do veículo e que cada um apontava um número diferente.

Um contesta o outro. São três laudos feitos por órgãos competentes e cada um apontando uma velocidade. Então a velocidade real não está determinada, não é conclusiva. A velocidade era de 179 km/h no [laudo] da Land Rover, 112 km/h na pericia da Triunfo Concebra [concessionária que administra a via], e 120 km/h na perícia da SSP [Secretaria de Segurança Pública], do Estado, alegou Oliveira, na época.

Sem cinto de segurança
Em relação à imperícia, a juíza ressaltou, na decisão, que ela ficou caracterizada pela ausência de qualificação ou treinamento adequado para exercer ou desempenhar a função de motorista.

Durante a audiência, Miranda disse que o casal viajava sem cinto de segurança. Ele afirmou à magistrada que o cantor não colocou o item porque gostava de vir deitado e que não insistiu para que usasse porque era seu patrão.

Se Cristiano e Allana estivessem utilizando o cinto de segurança poderiam, com 99% de chance, estarem vivos. Me sinto como vítima do acidente, pois foi uma fatalidade, disse Miranda à magistrada.

Apesar da alegação do motorista, a magistrada defende que o réu, na condição de condutor, também tinha responsabilidade sobre o uso de cinto de segurança por parte dos passageiros.
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