28/12/2017
73
Dupla Zé Henrique e Gabriel chega ao fim.
Fonte da Notícia:
Divulgação Zé Henrique e Gabriel


Nota Oficial lançada pela dupla:

Informamos que a dupla Zé Henrique e Gabriel tá com data marcada para encerrar a parceria. Iremos cumprir toda a agenda de compromissos até o dia 30 de abril de 2018.
 Entre risos e lágrimas, derrotas e vitórias foram quase 22 anos de história, 10 cd’s e 4 dvd’s. 
Uma parceria firmada em sinceridade, respeito, amizade e muitas canções.
Agradecemos a Deus, em primeiro lugar, por até aqui nos sustentar e  nos permitir viver do que amamos. As nossas famílias que sempre nos apoiaram e também a todos os nossos fãs que fizeram o possível e até o impossível às vezes, para nos colocar no lugar que alcançamos. A toda equipe ZHG q se tornou uma família na estrada da vida.

A nossa gratidão aos contratantes e parceiros verdadeiros que sempre estiveram conosco na nossa caminhada, que nunca nos abandonaram e que sabem das lutas que enfrentamos. Aos radialistas e programas de TV que sempre acreditaram no nosso talento e ajudou a levar a nossa música para o Brasil. 
Aos escritórios que nos agenciaram antes de ter o nosso próprio, profissionais que muito nos ensinaram e nos ajudaram a construir nossa carreira.

Encerramos assim um ciclo, deixando um registro maravilhoso que é o DVD HISTÓRICO, mostrando um pouco da nossa trajetória, do carinho e das amizades que ganhamos durante esses anos.
Agradecemos a cada artista que emprestou seu talento e sua grandiosidade para esse projeto incrível, são eles; 
Chitãozinho e Xororó, Zezé di Camargo e Luciano, Daniel, Bruno e Marrone, Paula Fernandes, Henrique e Juliano, Marília Mendonça, Gusttavo Lima, Matheus e Kauan, Maiara e Maraisa. 

Nos cds anteriores tivemos grandes participações tbm dos queridos amigos; 
Sergio Reis, João Bosco e Vinicius, César Menotti e Fabiano, João Neto e Frederico, Israel e Rodolffo, Rio Negro e Solimões, Gino e Geno, Alexandre Pires e Jorge e Mateus.

Aos escritórios e gravadoras dos respectivos artistas, também o nosso muito obrigado.

Zé Henrique e Gabriel seguem cada um seu caminho, mas sempre torcendo e desejando o melhor um para o outro, em todas as áreas da vida, pois é assim que amigos e irmãos fazem.

Nininha Faria e Val Tinoco, nossa eterna gratidão! 🙌🏼
Nosso carinho a todos e que Deus nos abençoe!
Comentários
Mais Notícias
18/01/2018
Motorista de Cristiano Araújo é condenado pelas mortes do cantor e da namorada, em Goiás
Decisão determina que ele cumpra 2 anos de detenção em regime aberto por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Casal morreu em acidente de carro em 2015.

O motorista Ronaldo Miranda foi condenado pelas mortes do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, em um acidente de carro em 2015, na BR-153, em Morrinhos, no sul goiano. Segundo a sentença, ele deve cumprir 2 anos e 7 meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A decisão cabe recurso.

Miranda informou, por telefone à TV Anhanguera, que ainda não foi informado sobre a medida. O G1 tenta contato com o advogado do motorista, Ricardo Oliveira, mas as ligações não foram atendidas.

A decisão da juíza Patrícia Machado Carrijo foi tomada em 11 de janeiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (18). A magistrada substituiu a pena privativa de liberdade pela prestação de serviços à comunidade e pela prestação pecuniária de 10 salários mínimos para uma entidade social que ainda será definida.

Além disso, a juíza determinou que Miranda pague R$ 25 mil a título de reparação dos danos causados aos sucessores de cada uma das vítimas. O motorista ainda teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por dois anos.

O casal morreu em um acidente na madrugada do dia 24 de junho de 2015, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além dos namorados, que seguiam no banco traseiro sem cinto de segurança, também estavam no veículo o motorista e o empresário Victor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.

Negligente, imperito e imprudente
O delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação do caso, disse, na época, que o motorista foi negligente e imprudente, por, respectivamente, transitar com as rodas com danos e por dirigir em excesso de velocidade. Por isso, o indiciou por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor. Em seguida, o Ministério Público de Goiás denunciou Miranda pelos mesmos crimes.

Na decisão, a magistrada da Comarca de Morrinhos reforça que Miranda agiu com imprudência, negligência e imperícia. Para a juíza, ficou comprovada a autoria do crime por vários relatos, exames e laudos periciais.

Patrícia considera que o motorista foi negligente uma vez que tinha plena ciência sobre as condições precárias das rodas instaladas no veículo e do risco inerente da sua utilização no momento de sua condução.

A magistrada reforçou que todos os laudos atestaram excesso de velocidade. Um dos documentos, elaborado pela empresa Land Rover, fabricante do veículo, constatou que o automóvel trafegava a uma velocidade de 179 km/h cinco segundos antes do acidente. Assim, inexiste dúvidas de que estaria em velocidade superior ao da permitida para o trecho do acidente, qual seja 110 km/h, enfatizou a magistrada na decisão.

Durante audiência de instrução do processo, realizada em julho do ano passado, Miranda contestou a velocidade apontada pela Land Rover. Para ele, o veículo estava a 120 km/h, e não a 179 km/h. Na ocasião, o advogado do motorista explicou à equipe da TV Anhanguera que há três laudos sobre a velocidade do veículo e que cada um apontava um número diferente.

Um contesta o outro. São três laudos feitos por órgãos competentes e cada um apontando uma velocidade. Então a velocidade real não está determinada, não é conclusiva. A velocidade era de 179 km/h no [laudo] da Land Rover, 112 km/h na pericia da Triunfo Concebra [concessionária que administra a via], e 120 km/h na perícia da SSP [Secretaria de Segurança Pública], do Estado, alegou Oliveira, na época.

Sem cinto de segurança
Em relação à imperícia, a juíza ressaltou, na decisão, que ela ficou caracterizada pela ausência de qualificação ou treinamento adequado para exercer ou desempenhar a função de motorista.

Durante a audiência, Miranda disse que o casal viajava sem cinto de segurança. Ele afirmou à magistrada que o cantor não colocou o item porque gostava de vir deitado e que não insistiu para que usasse porque era seu patrão.

Se Cristiano e Allana estivessem utilizando o cinto de segurança poderiam, com 99% de chance, estarem vivos. Me sinto como vítima do acidente, pois foi uma fatalidade, disse Miranda à magistrada.

Apesar da alegação do motorista, a magistrada defende que o réu, na condição de condutor, também tinha responsabilidade sobre o uso de cinto de segurança por parte dos passageiros.
Instagram