03/01/2018
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Zé Ricardo e Thiago gravam no dia 09 de janeiro, o 3° DVD da carreira em Goiânia
Fonte da Notícia:
https://www.sertanejotop.com.br/ze-ricardo-thiago-gravam-no-dia-09-de-janeiro-o-3-dvd-da-carreira-em-goiania/


Projeto contará com as participações de César Menotti & Fabiano, Maiara & Maraisa, Zé Neto & Cristiano e da dupla André & Andrade.

Zé Ricardo & Thiago, já divulgaram local e data da gravação de um novo DVD, o novo projeto dos amigos, na estrada desde 2011. A dupla registra no dia 09 de janeiro, na Atlanta Music Hall em Goiânia, o terceiro DVD, com as participações especiais de; César Menotti & Fabiano, Maiara & Maraisa, Zé Neto & Cristiano e da veterana dupla André & Andrade, ídolos da dupla.

A dupla Zé Ricardo & Thiago, lançou seu primeiro disco independente Rumo Ao Horizonte em 2011. Um ano depois a dupla foi apadrinhada por Cristiano Araújo, onde gravaram o primeiro DVD Ao Vivo e veio o lançamento da música Sinal Disfarçado.



O hit os projetou nacionalmente no mercado e dominou as baladas de todo o país, vindo mais tarde emplacando vários sucessos Turbinada Pode ou Não Pode e Tô Ruim.



Em 2015, a dupla gravou pela Sony Music, seu segundo DVD intitulado Onde Tudo Começou que conta com as participações de Wesley Safadão em Vacilou Caio Na Farra, Henrique & Juliano em Colecionei, Gusttavo Lima em Pra Ficar Tudo Certo e de Zé Felipe na Pra Não Perder os Contatos.



Em 2016, a dupla abriu o seu próprio escritório de gerenciamento artístico, ZRT Produções e lançou o projeto intitulado #TOP3ZRET, no repertório 03 músicas inéditas, Medidor de Safadeza, Pet Shop e Kit Do Amor.



Zé Ricardo & Thiago apresentaram ao público em 2017, sua nova música de trabalho, Sequestrado. O single é uma composição de Diego M. Ferreira, Everton Domingos, Guilherme da Costa, Paulo Henrique da Silva, Ray Antônio Silva e Sandoval Nogueira. A produção musical esteve aos cuidados do maestro Bigair Dy Jaime.



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18/01/2018
Motorista de Cristiano Araújo é condenado pelas mortes do cantor e da namorada, em Goiás
Decisão determina que ele cumpra 2 anos de detenção em regime aberto por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Casal morreu em acidente de carro em 2015.

O motorista Ronaldo Miranda foi condenado pelas mortes do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, em um acidente de carro em 2015, na BR-153, em Morrinhos, no sul goiano. Segundo a sentença, ele deve cumprir 2 anos e 7 meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A decisão cabe recurso.

Miranda informou, por telefone à TV Anhanguera, que ainda não foi informado sobre a medida. O G1 tenta contato com o advogado do motorista, Ricardo Oliveira, mas as ligações não foram atendidas.

A decisão da juíza Patrícia Machado Carrijo foi tomada em 11 de janeiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (18). A magistrada substituiu a pena privativa de liberdade pela prestação de serviços à comunidade e pela prestação pecuniária de 10 salários mínimos para uma entidade social que ainda será definida.

Além disso, a juíza determinou que Miranda pague R$ 25 mil a título de reparação dos danos causados aos sucessores de cada uma das vítimas. O motorista ainda teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por dois anos.

O casal morreu em um acidente na madrugada do dia 24 de junho de 2015, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além dos namorados, que seguiam no banco traseiro sem cinto de segurança, também estavam no veículo o motorista e o empresário Victor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.

Negligente, imperito e imprudente
O delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação do caso, disse, na época, que o motorista foi negligente e imprudente, por, respectivamente, transitar com as rodas com danos e por dirigir em excesso de velocidade. Por isso, o indiciou por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor. Em seguida, o Ministério Público de Goiás denunciou Miranda pelos mesmos crimes.

Na decisão, a magistrada da Comarca de Morrinhos reforça que Miranda agiu com imprudência, negligência e imperícia. Para a juíza, ficou comprovada a autoria do crime por vários relatos, exames e laudos periciais.

Patrícia considera que o motorista foi negligente uma vez que tinha plena ciência sobre as condições precárias das rodas instaladas no veículo e do risco inerente da sua utilização no momento de sua condução.

A magistrada reforçou que todos os laudos atestaram excesso de velocidade. Um dos documentos, elaborado pela empresa Land Rover, fabricante do veículo, constatou que o automóvel trafegava a uma velocidade de 179 km/h cinco segundos antes do acidente. Assim, inexiste dúvidas de que estaria em velocidade superior ao da permitida para o trecho do acidente, qual seja 110 km/h, enfatizou a magistrada na decisão.

Durante audiência de instrução do processo, realizada em julho do ano passado, Miranda contestou a velocidade apontada pela Land Rover. Para ele, o veículo estava a 120 km/h, e não a 179 km/h. Na ocasião, o advogado do motorista explicou à equipe da TV Anhanguera que há três laudos sobre a velocidade do veículo e que cada um apontava um número diferente.

Um contesta o outro. São três laudos feitos por órgãos competentes e cada um apontando uma velocidade. Então a velocidade real não está determinada, não é conclusiva. A velocidade era de 179 km/h no [laudo] da Land Rover, 112 km/h na pericia da Triunfo Concebra [concessionária que administra a via], e 120 km/h na perícia da SSP [Secretaria de Segurança Pública], do Estado, alegou Oliveira, na época.

Sem cinto de segurança
Em relação à imperícia, a juíza ressaltou, na decisão, que ela ficou caracterizada pela ausência de qualificação ou treinamento adequado para exercer ou desempenhar a função de motorista.

Durante a audiência, Miranda disse que o casal viajava sem cinto de segurança. Ele afirmou à magistrada que o cantor não colocou o item porque gostava de vir deitado e que não insistiu para que usasse porque era seu patrão.

Se Cristiano e Allana estivessem utilizando o cinto de segurança poderiam, com 99% de chance, estarem vivos. Me sinto como vítima do acidente, pois foi uma fatalidade, disse Miranda à magistrada.

Apesar da alegação do motorista, a magistrada defende que o réu, na condição de condutor, também tinha responsabilidade sobre o uso de cinto de segurança por parte dos passageiros.
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