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LETRA:
Tá me achando com cara de bobo?Por que tá me ligando de novo?Dessa vez eu só tô te atendendo pra dizerQue ontem foi a nossa última vez
Você deve se achar muito espertaToda vez com a mesma conversaMe ilude, me joga no chãoE quando vou dormir já estou com você na sua cama
Eu não consigo entender vocêSempre me diz que é amor, mas só me quer por prazerOlha pra trás, veja tudo o que fezAgora quer ficar comigo e não vai ter outra vez
Tô cansando de sair no meio da noite e te satisfazerE um minuto depois de matar minha vontade eu me arrependerSair de madrugada, do meio da baladaLargo a minha vida pra viver vocêSó pra viver você
Você sabe que eu sou louco por você e que me tem nas mãosE confesso que as vezes me pego esperando a sua ligaçãoEstava fora de mim esquece o que eu faleiAbre o portão que eu cheguei
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08/07/2016
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Lançamento "Abre o Portão Que Eu Cheguei" de Gusttavo Lima.
Fonte da Notícia:
Tá Estourado




O cantor Gusttavo Lima lançou nesta quinta-feira (7) mais um clipe do seu DVD 50/50. A música se chama "Abre o Portão Que Eu Cheguei".

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LETRA:

Tá me achando com cara de bobo?
Por que tá me ligando de novo?
Dessa vez eu só tô te atendendo pra dizer
Que ontem foi a nossa última vez

Você deve se achar muito esperta
Toda vez com a mesma conversa
Me ilude, me joga no chão
E quando vou dormir já estou com você na sua cama

Eu não consigo entender você
Sempre me diz que é amor, mas só me quer por prazer
Olha pra trás, veja tudo o que fez
Agora quer ficar comigo e não vai ter outra vez

Tô cansando de sair no meio da noite e te satisfazer
E um minuto depois de matar minha vontade eu me arrepender
Sair de madrugada, do meio da balada
Largo a minha vida pra viver você
Só pra viver você

Você sabe que eu sou louco por você e que me tem nas mãos
E confesso que as vezes me pego esperando a sua ligação
Estava fora de mim esquece o que eu falei
Abre o portão que eu cheguei

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18/01/2018
Motorista de Cristiano Araújo é condenado pelas mortes do cantor e da namorada, em Goiás
Decisão determina que ele cumpra 2 anos de detenção em regime aberto por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Casal morreu em acidente de carro em 2015.

O motorista Ronaldo Miranda foi condenado pelas mortes do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e da namorada dele, Allana Moraes, de 19, em um acidente de carro em 2015, na BR-153, em Morrinhos, no sul goiano. Segundo a sentença, ele deve cumprir 2 anos e 7 meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. A decisão cabe recurso.

Miranda informou, por telefone à TV Anhanguera, que ainda não foi informado sobre a medida. O G1 tenta contato com o advogado do motorista, Ricardo Oliveira, mas as ligações não foram atendidas.

A decisão da juíza Patrícia Machado Carrijo foi tomada em 11 de janeiro, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (18). A magistrada substituiu a pena privativa de liberdade pela prestação de serviços à comunidade e pela prestação pecuniária de 10 salários mínimos para uma entidade social que ainda será definida.

Além disso, a juíza determinou que Miranda pague R$ 25 mil a título de reparação dos danos causados aos sucessores de cada uma das vítimas. O motorista ainda teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa por dois anos.

O casal morreu em um acidente na madrugada do dia 24 de junho de 2015, quando o sertanejo voltava para Goiânia após um show em Itumbiara, no sul do estado. Além dos namorados, que seguiam no banco traseiro sem cinto de segurança, também estavam no veículo o motorista e o empresário Victor Leonardo. Os dois últimos ficaram feridos, mas deixaram o hospital dias depois.

Negligente, imperito e imprudente
O delegado Fabiano Henrique Jacomelis, responsável pela investigação do caso, disse, na época, que o motorista foi negligente e imprudente, por, respectivamente, transitar com as rodas com danos e por dirigir em excesso de velocidade. Por isso, o indiciou por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor. Em seguida, o Ministério Público de Goiás denunciou Miranda pelos mesmos crimes.

Na decisão, a magistrada da Comarca de Morrinhos reforça que Miranda agiu com imprudência, negligência e imperícia. Para a juíza, ficou comprovada a autoria do crime por vários relatos, exames e laudos periciais.

Patrícia considera que o motorista foi negligente uma vez que tinha plena ciência sobre as condições precárias das rodas instaladas no veículo e do risco inerente da sua utilização no momento de sua condução.

A magistrada reforçou que todos os laudos atestaram excesso de velocidade. Um dos documentos, elaborado pela empresa Land Rover, fabricante do veículo, constatou que o automóvel trafegava a uma velocidade de 179 km/h cinco segundos antes do acidente. Assim, inexiste dúvidas de que estaria em velocidade superior ao da permitida para o trecho do acidente, qual seja 110 km/h, enfatizou a magistrada na decisão.

Durante audiência de instrução do processo, realizada em julho do ano passado, Miranda contestou a velocidade apontada pela Land Rover. Para ele, o veículo estava a 120 km/h, e não a 179 km/h. Na ocasião, o advogado do motorista explicou à equipe da TV Anhanguera que há três laudos sobre a velocidade do veículo e que cada um apontava um número diferente.

Um contesta o outro. São três laudos feitos por órgãos competentes e cada um apontando uma velocidade. Então a velocidade real não está determinada, não é conclusiva. A velocidade era de 179 km/h no [laudo] da Land Rover, 112 km/h na pericia da Triunfo Concebra [concessionária que administra a via], e 120 km/h na perícia da SSP [Secretaria de Segurança Pública], do Estado, alegou Oliveira, na época.

Sem cinto de segurança
Em relação à imperícia, a juíza ressaltou, na decisão, que ela ficou caracterizada pela ausência de qualificação ou treinamento adequado para exercer ou desempenhar a função de motorista.

Durante a audiência, Miranda disse que o casal viajava sem cinto de segurança. Ele afirmou à magistrada que o cantor não colocou o item porque gostava de vir deitado e que não insistiu para que usasse porque era seu patrão.

Se Cristiano e Allana estivessem utilizando o cinto de segurança poderiam, com 99% de chance, estarem vivos. Me sinto como vítima do acidente, pois foi uma fatalidade, disse Miranda à magistrada.

Apesar da alegação do motorista, a magistrada defende que o réu, na condição de condutor, também tinha responsabilidade sobre o uso de cinto de segurança por parte dos passageiros.
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